Academia Evangélica de Letras do Distrito Federal

Data de nascimento: 09/12/1983
Naturalidade: Brasília-DF
Ano que veio para Brasília: natural de Brasília
Formação Superior: Direito e Jornalismo
Cargo que exerce: Escritor, jornalista, líder de ministério para-eclesiástico
Contato: anderson.olivieri.mendes@gmail.com
Anderson Olivieri
Nome Literário: Anderson Olivieri
Patrono: Enéas Tognini

Vida cristã

Filho de Antônio Luiz e Márcia, Anderson Olivieri nasceu em 9 de dezembro de 1983, em Brasília (DF). Cresceu em uma superquadra da Asa Sul, bairro onde está estabelecida a Igreja Batista Central de Brasília (IBCB), da qual fez parte na infância e juventude. Presidida à época pelo pastor Vilarindo Lima, a igreja foi importante elemento para que Anderson Olivieri conhecesse o Evangelho e, ainda adolescente, se decidisse por seguir a Cristo.

Viveu sua primeira experiência de liderança aos 16 anos, quando presidiu, durante mandato de 2 anos, a União de Adolescentes da IBCB, com aproximadamente 450 jovens. Nesse período, conheceu Érika Jarjour, com quem se casaria em 2010 e teria os filhos Beatriz (2015) e Daniel (2019).

Entre 2011 e 2016, foi membro da Igreja de Nova Vida, na Asa Norte, sob a liderança do Bispo Antônio Costa. Para Anderson Olivieri, esse período foi de grande crescimento pessoal e espiritual, graças as virtudes de uma igreja saudável e amorosa que esse ministério carrega.

De 2017 a janeiro de 2025, o acadêmico serviu com sua família na Igreja Batista Shalom, liderada pelo pastor Iron de Queiroz. Nesse período, atuou como professor do Ministério Infantil, ministrou aulas na Escola Bíblica Dominical e em cursos da Universidade da Família e serviu na condição de diácono.

Atualmente, Anderson Olivieri e família congregam na Igreja Batista Vértice, cujo pastor titular é Pedro Felizola. Nela, lidera o ministério de capelania hospitalar.

Paralelamente, o acadêmico preside a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (ACASE), que acolhe crianças e famílias em situação hospitalar. O ministério para-eclesiástico foi fundado por Anderson Olivieri em janeiro de 2024, após enfrentar a batalha contra um câncer no filho Daniel, então com 3 anos de idade. Entre idas e vindas no hospital, certo dia, em visita ao Hospital Materno Infantil de Brasília, Anderson Olivieri percebeu o ambiente marcado pela dor, o medo, a angústia e a desesperança. “Ouviu” em seu coração o chamado para iniciar um trabalho de acolhimento no local, o que resultou no trabalho hoje formalmente desempenhado pela Acase (conheça mais da Acase aqui).

Anderson Olivieri atualmente cursa Teologia EAD, pela Faculdade Batista do Paraná, e ocupa a cadeira n. 29 da Academia Evangélica de Letras do Distrito Federal, cujo patrono é o pastor Enéas Tognini.

Experiência profissional

Advogado inscrito na seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil sob o nº. 28.807, Anderson Olivieri exerceu a advocacia durante 10 anos, tendo integrado, entre 2008 e 2012, o time de advogados associados do escritório Gontijo Neves, em Brasília, atuando em causas trabalhistas e cíveis, no TST e STJ.

Depois, de 2012 a 2018, ocupou o quadro de advogados do escritório Tozzini Freire Teixeira e Silva Advogados, com ênfase na atuação no âmbito de tribunais superiores – STJ e TSE – e do STF, em causas de natureza cível.

Graduado em jornalismo em 2017, Anderson Olivieri deixou a advocacia no ano seguinte e fundou em Brasília a agência de comunicação Redige Soluções Editoriais e Assessoria de Imprensa. Nessa função, realizou serviços de textos e jornalísticos variados, entre eles de produção de biografias e memórias, por encomenda, como ghostwriter, para personalidades, políticos, empresários e religiosos.

Nessa atividade, o acadêmico percebeu a dificuldade com a qual os escritores estreantes conviviam de conseguir publicar o primeiro livro. A fim de auxiliá-los, Anderson Olivieri criou em 2021 a editora Vitalia, da qual é editor. Desde então, a editora já lançou mais de 20 livros no mercado literário.

Produção literária

Anderson Olivieri atuou como ghostwriter na produção de 16 livros. Pela Vitalia, já editou 24 livros, além de ter participado da organização de três coletâneas de textos selecionados para formação de livros multiautorais. Além disso, ele é autor de 12 livros, entre títulos cristãos, biografias, história do futebol e infantil. Conheça-os:

Minhas Obras

EM NOME DO FILHO: UMA HISTÓRIA REAL SOBRE FÉ, CHAMADO E CURA (2024)
Com uma abordagem sincera e aberta, sem receio de expor seus erros e arrependimentos, Anderson Olivieri conta em detalhes como enfrentou o câncer do filho de três anos. A partir de uma narrativa instigante, a qual intercala eventos da doença de Daniel com relatos da própria trajetória cristã e vida pessoal, como o seu casamento e o nascimento dos filhos, o autor deixa claro, desde o início, que as experiências espirituais vividas durante a enfermidade de Daniel são o ponto alto do livro. Da reconciliação com Deus à voz penetrante do Senhor no coração: ame aos outros; Do pedido de perdão a um guardador de carro ao chamado para servir no hospital; Da notícia devastadora – é câncer! – à cura do Daniel. Tudo contado aqui, neste Em nome do filho, para a glória do Pai.
ROSA, UMA BRASILEIRA (2022)
Numa viagem à Bahia em 2022, Anderson Olivieri decide procurar Rosa, que trabalhou como diarista na casa da família quase três décadas atrás. Para encontrá-la, ele se embrenhou por um dos distritos mais violentos da Grande Salvador. A surpresa pelo reencontro foi recíproca. Para ela, por causa do aparecimento inesperado; para Olivieri, porque chegou a cogitar que Rosa tivesse morrido. Quando ele tinha doze anos, conheceu Rosa e a extrema pobreza de uma vida marcada pela falta de comida e afeto. Mas a situação dela era ainda mais espinhosa do que Anderson imaginava. Inúmeras vezes ela precisou fazer do lixo o seu supermercado; das latinhas catadas, sua renda; e do telhado de pau de goiabeira e palha, seu teto de casa. Por um trabalho em Brasília, na casa da família, Rosa largou tudo em 1995: filhos pequenos, marido, parentes, amigos e a Bahia. Por quase sete meses, resistiu à distância de sua gente e de sua terra até que a saudade dos filhos a forçou a pedir demissão. Rosa saiu da vida da família de Anderson, mas nunca completamente. Era sempre lembrada por suas virtudes — bondade, alegria e sinceridade — e habilidades — destaque para o talento na cozinha. “Rosa, uma brasileira” é uma novela que narra esta trinca de eventos: a busca de Anderson por Rosa em 2022; a vida dela plantada na dor; e a passagem inesquecível de Rosa por Brasília em 1995. É, em suma, a biografia de uma mulher brasileira que nunca experimentou a calmaria de um mar de rosas.
PREDESTINADO: A VIDA DO CRAQUE MÜLLER (2022)
Força e sofisticação não faltam ao nome e ao apelido Luís Antônio Corrêa da Costa, o Müller. Destaque no futebol brasileiro e mundial nos anos 1980 por sua potência e, na década seguinte, pela classe em campo, o atacante herdou do irmão mais velho o apelido germânico. Já o sobrenome aristocrático, vem do pai, neto de um dos homens mais poderosos da história de Mato Grosso. Ainda nesse balaio de denominações sofisticadas, está Luís Antônio, o Toninho, um garoto simples e pobre de Campo Grande que nunca cobrou do futebol nada além de diversão. Sucessivos acontecimentos, no entanto, revelam que Toninho estava fadado a ser um craque do futebol brasileiro, o Müller de três Copas do Mundo pelo Brasil. Fruto de um aprofundado trabalho jornalístico de Anderson Olivieri, “Predestinado: A vida do craque Müller” descreve as múltiplas facetas do personagem – sua nobreza de um Corrêa da Costa, sua infância pobre e brincalhona como Toninho e suas vitórias e derrotas como Müller. Preparada ao longo de cinco anos, a inédita biografia do atacante Müller aparece celebrada por renomados jornalistas brasileiros. Para Mário Magalhães, biógrafo premiado, “Predestinado: A vida do craque Müller” constitui-se um dos melhores livros sobre futebol já escritos no Brasil. Juca Kfouri considera que Olivieri escreveu um livro de excelência, e Mauro Beting chama-o de “obra-prima”. O reconhecimento desses especialistas em relação à qualidade do livro é a prova de que Anderson Olivieri não cedeu ao ímpeto de canonização do personagem, pautando-se por revelar um Müller de carne e osso, com contradições típicas do ser humano e marcado por glórias e fracassos, fortuna e escassez, alegrias e tristezas.
TUCA FICOU DOENTE, E AGORA? (2025)
Quando Tuca acordou atrasado para o futebol, ele correu ao encontro dos seus amigos. Mas algo não ia bem com ele. As manchinhas vermelhas pelo corpo não deixavam dúvidas: Tuca estava doente! E agora? Ao vê-lo assim, sua mãe o pegou pelo braço e correu para o hospital. Fez, portanto, o que se faz quando se adoece: foi ao médico. Mas ao chegarem ao hospital, eles descobriram que há algo mais que se pode fazer nessa situação. Algo que não custa nem um centavo e que tem uma eficácia incrível. O que será? Conheça a trajetória de Tuca e descubra, com ele e sua mãe, o potente “remédio” disponível a todos os enfermos.
BIA E AS BONECAS (1ª ED. 2019 – 2ª ED. 2025)
Bia e as bonecas é um livro infantil que narra uma história real de altruísmo e solidariedade, a partir de uma linda lição dada pela vovó Márcia à netinha, Beatriz – mãe e filha, respectivamente, do autor do livro. Na narrativa, baseada numa experiência vivida dentro da família, o autor ensina às crianças a importância da doação de brinquedos aos amiguinhos, sobretudo aos carentes, assim como de sempre fazer o bem ao semelhante.
O TREM AZUL QUE PASSOU EM MINHA VIDA (2021)
Ao longo das 37 crônicas aqui dispostas, Anderson Olivieri transforma o livro numa espécie de memorial. Todas as crônicas têm o Cruzeiro como tema. Mas nem sempre o clube mineiro aparece como assunto fundamental. Em alguns textos, é quase um pretexto para que ele conte momentos da própria vida, sobretudo passagens da infância e adolescência em Brasília.
A COPA DO MUNDO DO GALEGO (2022)
Para todo brasileiro há uma Copa do Mundo que é inesquecível. Para Galego, amante do futebol desde bebezinho, não seria diferente. Em 1994, quando tinha 10 anos, ele viu o Brasil ser campeão mundial nos Estados Unidos. Até hoje guarda na memória os detalhes da campanha da seleção brasileira e os sentimentos vividos naquela Copa do Mundo. Em A Copa do Mundo do Galego, Anderson Olivieri (na infância, Galego) narra o seu mundial inesquecível e conta como, em matéria de Copa do Mundo, ele foi da tristeza profunda, em 1990, à alegria irradiante, com o título heroico do Brasil em 1994.
A TRÍPLICE HISTÓRIA DE UM TIME MÁGICO (2018)
O craque de 2003, Alex, e o autor com mais livros escritos sobre o Cruzeiro, Anderson Olivieri, se uniram para uma tabelinha literária de respeito. Em “2003: a tríplice história de um time mágico”, detalhes sobre o ano mais vitorioso da história celeste são contados tanto pelo olhar jornalístico de Olivieri como o intimista de Alex. Essa soma de olhares resultou num livro repleto de bastidores inéditos. Além disso, graças às entrevistas realizadas com heróis da Tríplice Coroa, histórias já conhecidas do grande público ganharam rica contribuição, com depoimentos, dos protagonistas delas. Portanto, passados 15 anos do feito, este livro é ótima pedida a quem deseja reviver fatos marcantes da Tríplice Coroa do Cruzeiro e, claro, conhecê-la na intimidade.
2003: O ANO DO CRUZEIRO: DIÁRIO DA TRÍPLICE COROA (2015)
O livro conta dia a dia o ano da Tríplice Coroa do Cruzeiro Esporte Clube, quando conquistou o Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, trazendo fichas dos jogos e detalhes únicos levantados pelo autor Anderson Olivieri. Formato: 23 x 16 cms Páginas: 224 Autor: Anderson Olivieri Editor: Thiago Soraggi Projeto gráfico e diagramação: Charles C. Faria Capa e ilustrações: André Persechini Revisão: Cláudio Arreguy e Leonardo Anchieta Prefácio: Mauro Beting.
CARTAS DO TETRA: AS HISTÓRIAS DE CRUZEIRO, CORINTHIANS E FLUMINENSE NO ANO CELESTE DE 2014 (2014)
A proposta heterodoxa acaba de sair do forno em “Cartas do Tetra – As histórias de Cruzeiro, Corinthians e Fluminense no ano celeste de 2014”. Os escritores Anderson Olivieri (Cruzeiro), Fabrício Junqueira (Corinthians) e Paulo-Roberto Andel (Fluminense) começaram a trocar e-mails no começo do campeonato brasileiro de 2014. Até então, os seus times eram candidatos ao título, vinham vencendo o Brasileirão desde 2010 e não se tinha a menor ideia do desenrolar da competição a seguir. O livro seria publicado qualquer que fosse o resultado, tendo em vista sua proposta de oferecer uma literatura diferente e instigante aos leitores de futebol das três equipes, fazendo fotografias em texto dos acontecimentos do futebol em geral. Trata-se de material quase totalmente inédito, não publicado na internet e que apresenta boas surpresas. Primeiro, pelos estilos completamente díspares dos autores. Segundo, pelas alternâncias emocionais de cada um deles. Terceiro, pela quebra de paradigmas em conter numa mesma publicação torcedores de times diferentes, em perfeita harmonia, mas cada um defendendo suas cores, ora elogiando, ora criticando, até porque, como todos sabemos, o futebol é muito mais do que um jogo que se assiste na arquibancada ou na televisão. O Cruzeiro foi o campeão, o Corinthians ficou com uma vaga na Libertadores, o Fluminense teve uma posição digna, mas todos os que curtem futebol além das vitórias e títulos saem vencendo neste jogo. O prefácio de “Cartas do Tetra” é do renomado escritor e jornalista Marcos Eduardo Neves, autor de, entre outros, o espetacular “Nunca houve um homem como Heleno”.
20 JOGOS ETERNOS DO CRUZEIRO (2013)
“Quando soube deste livro, fiquei imaginando a dificuldade em escolher 20 jogos. É um número muito pequeno perto da rica e gigantesca história do Cruzeiro. Cresci ouvindo meu pai contar sobre o time de 1966, que venceu a Taça Brasil. Mais tarde, vi a equipe ser bicampeã da Supercopa. Depois, já como jogador de futebol, assisti uma equipe muito forte vencer a Copa do Brasil de 1966. Lembro-me que, como adversário, enfrentei o Cruzeiro em jogos memoráveis. E como atleta do clube, participei de um ano mágico. Fiquei muito feliz em ver três jogos da minha equipe de 2003 escritos com tanta emoção neste livro. Sem contar o orgulho de estar nesta obra ao lado de tantas feras. Portanto, saboreiem a leitura, relembrem as emoções que vivenciaram e tenham a exata noção da grandeza desse clube no nosso futebol. Garanto a você, leitor, que será prazeroso reviver ou aprender com esses 20 momentos mágicos.” (Alex)
ANOS 90: UM CAMPEÃO CHAMADO CRUZEIRO (2012)
Anos 90: um campeão chamado Cruzeiro, minha obra de estreia, é o primeiro projeto literário que conta e homenageia a vitoriosa década de 90 do Cruzeiro Esporte Clube. Escrito após depoimentos de mais de 30 jogadores da época, o livro passeia por todos os títulos conquistados pelo clube no período. Além disso, divulga histórias que consolidaram os anos entre 1990 e 1999 como a “Década de Ouro” para os cruzeirenses. Em 220 páginas, o leitor revive emoções, descobre histórias de bastidores e conhece feitos até então pouco divulgados, como o personagem extracampo que motivou a conquista da Supercopa de 1991 e o amuleto de Elivélton para o gol decisivo na final da Libertadores da América de 1997. O livro é uma coletânea de revelações empolgantes sobre os dez anos mais vitoriosos da história do Maior de Minas.